Eu tenho sorte.
Vibro e pulso golfadas sanguinárias de um coração.
Vejo, escuto, cheiro, encosto.
Eu gosto muito.
Rejeito tudo.
Discuto
Astuto
Disputo o que penso com o instinto
Dispenso o que sinto
Faminto de mim mesmo mentindo
Dizendo que uma hora essa cólera vai passar.
A cólera de respirar.
O prana do ar sublimando em humano.
Gera pensamentos.
Vamos
segunda-feira, 16 de março de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
6,42k away
Triha que o Sr Shuffle mandou pra corrida dessa manhã de domingo.
(Início)Boston Tea Party - Hold Your Horses!
The Kill - Thirty Seconds to Mars
Bullion - Millencolin
Helena(So Long & Goodnight) My Chemical Romance
Heart In a Cage - The Strokes
Mon Nom - Rodrigo Amarante
Champagne Supernova - Oasis (4k)
A Menina Dança - Novos Baianos
Someday - The Strokes
Every Moment We Spent Talking - Hold Your Horses! (Término)
Royals - Lorde (Banho)
Maxwell Murder - Rancid (Seca)
The Modern Age - The Strokes (Enquanto escrevo isso, pelado, ainda transpirando pós banho)
09:06am. Já é um dia muito bom. Obrigado.
(Início)Boston Tea Party - Hold Your Horses!
The Kill - Thirty Seconds to Mars
Bullion - Millencolin
Helena(So Long & Goodnight) My Chemical Romance
Heart In a Cage - The Strokes
Mon Nom - Rodrigo Amarante
Champagne Supernova - Oasis (4k)
A Menina Dança - Novos Baianos
Someday - The Strokes
Every Moment We Spent Talking - Hold Your Horses! (Término)
Royals - Lorde (Banho)
Maxwell Murder - Rancid (Seca)
The Modern Age - The Strokes (Enquanto escrevo isso, pelado, ainda transpirando pós banho)
09:06am. Já é um dia muito bom. Obrigado.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Música sem Letra
Julgar meu tirano e perdoar meu escravo é estúpido.
Aquele que dita é o mesmo que acata.
Aquele que ataca se mata.
Eu resolveria o mundo.
A viagem mais bela e pavorosa é a do ego.
Entrego ao pensamento a palavra como elemento.
Aquele que dita é o mesmo que acata.
Aquele que ataca se mata.
Eu resolveria o mundo.
A viagem mais bela e pavorosa é a do ego.
Entrego ao pensamento a palavra como elemento.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Um Coração Peludo
Cada vez mais particular
Eu vou seguindo.
Encontrando um lugar lindo dentro de mim.
Eu sei, não é assim.
No fim, o que queremos encontrar é o outro que nos habita.
A partícula que compartilhamos quando nos observamos e respiramos juntos.
Naquele segundo antes de dormir.
Quando os olhos viram. E os sonhos viram visão.
Eles não nos viram escondidos dentro do ouvido da razão.
Eles não ouviram. Nem ouvirão.
Pois estamos sozinhos. Em vão.
Eu vou seguindo.
Encontrando um lugar lindo dentro de mim.
Eu sei, não é assim.
No fim, o que queremos encontrar é o outro que nos habita.
A partícula que compartilhamos quando nos observamos e respiramos juntos.
Naquele segundo antes de dormir.
Quando os olhos viram. E os sonhos viram visão.
Eles não nos viram escondidos dentro do ouvido da razão.
Eles não ouviram. Nem ouvirão.
Pois estamos sozinhos. Em vão.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Agora
A única coisa que existe é o agora.
Passado é memória.
Futuro é projeção.
Sei que ambos, de certa forma, determinam o agora (E justamente por isso não nos entregamos ao Carpe Diem hedonista)
Fato é...que entre as ilhas líquidas que somos e entre a água invisível que existe entre nós, tudo o que existe é perfeito e equilibrado. (incluindo o fato de sermos ilhas liquidas permeadas por mais água)
A natureza não sabe operar de outro jeito...ela não se justifica nem pondera, ela é.
Puro equilíbrio, constante, perpétuo. Desde antes da pedra ser pedra até depois de tudo o que há depois.
Um olhar cartesiano enlouqueceria...
Muitos enlouquecem.
Esses contínuos e subsequentes agoras, não lineares, nos dão o tempo todo a sensação de que existe algo a ser chamado de tempo - De novo, coisa cartesiana - Ah, Descartes...entendo seu intento....mas o mundo não está nem aí pra ele.
Pra ninguém.
Vivemos sempre o melhor e o pior dos tempos...simultaneamente....a isso chamo equilíbrio.
A natureza opera o tempo todo no máximo de sua capacidade...os homens também...mesmo que não pareça.
O que acontece é a única coisa que poderia acontecer.
E é isso o que temos...
Pensando em tempo, dando o nome de tempo para aquilo que temos...temos muito pouco.
Portanto, permita-se.
Mesmo que seja o nada.
O que existe, agora, é tudo.
E se vc está aqui, agora, é tudo seu.
Passado é memória.
Futuro é projeção.
Sei que ambos, de certa forma, determinam o agora (E justamente por isso não nos entregamos ao Carpe Diem hedonista)
Fato é...que entre as ilhas líquidas que somos e entre a água invisível que existe entre nós, tudo o que existe é perfeito e equilibrado. (incluindo o fato de sermos ilhas liquidas permeadas por mais água)
A natureza não sabe operar de outro jeito...ela não se justifica nem pondera, ela é.
Puro equilíbrio, constante, perpétuo. Desde antes da pedra ser pedra até depois de tudo o que há depois.
Um olhar cartesiano enlouqueceria...
Muitos enlouquecem.
Esses contínuos e subsequentes agoras, não lineares, nos dão o tempo todo a sensação de que existe algo a ser chamado de tempo - De novo, coisa cartesiana - Ah, Descartes...entendo seu intento....mas o mundo não está nem aí pra ele.
Pra ninguém.
Vivemos sempre o melhor e o pior dos tempos...simultaneamente....a isso chamo equilíbrio.
A natureza opera o tempo todo no máximo de sua capacidade...os homens também...mesmo que não pareça.
O que acontece é a única coisa que poderia acontecer.
E é isso o que temos...
Pensando em tempo, dando o nome de tempo para aquilo que temos...temos muito pouco.
Portanto, permita-se.
Mesmo que seja o nada.
O que existe, agora, é tudo.
E se vc está aqui, agora, é tudo seu.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Bom dia.
Acorda!
O que aperta teu pescoço é o grito que você não solta!
Acorda!
Se você pular deste banco, não tem mais volta.
Acorda!
Há quanto tempo a esperança é morta?
A corda que nos une é torta, eu sei...
Há cordas que emitem notas...
Desejo freqüências doces te levando ao abandono...ao som do sono.
Até a volta.
O que aperta teu pescoço é o grito que você não solta!
Acorda!
Se você pular deste banco, não tem mais volta.
Acorda!
Há quanto tempo a esperança é morta?
A corda que nos une é torta, eu sei...
Há cordas que emitem notas...
Desejo freqüências doces te levando ao abandono...ao som do sono.
Até a volta.
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